Durante o mês de maio de 2018 o Núcleo de Ambiente e Sustentabilidade realizou a passagem de 3 documentários sobre temas fraturantes dentro da área ambiental.
O primeiro documentário teve lugar no dia 3 de maio e intitula-se “Degrowth: from the Myth of Abundance to Voluntary Simplicity”. Este documentário fala sobre uma ideologia ambiental, social e política que aponta como maior problema da sociedade atual o excesso de produção e prevê, como solução, o Decrescimento. Defende que não é necessário a diminuição da qualidade de vida das populações, mas sim alterar os seus hábitos.
Este primeiro documentário teve uma adesão muito boa, inclusive por alunos de outras faculdades. No final, houve um pequeno momento de convívio onde foram discutidas ideias acerca do documentário tais como a economia circular e ainda houve tempo para um pequeno lanche.
No dia 17 de maio realizou-se a passagem do “Que estranha forma de vida”. Um documentário realizado pelo português, Pedro Serra, e que se foca em comunidades paralelas à sociedade considerada convencional. O documentário tem principal incidência na eco-aldeia Cabrum, a Cooperativa Integral Catalana em Barcelona que tem moeda própria e a aldeia autossustentável Tamera situada em Portugal.
À semelhança do documentário anterior, neste também houve espaço para troca de ideias e partilha de testemunhos de pessoas que já tiverem em eco-aldeias durante alguns meses havendo espaço para darem uma opinião na primeira pessoa sobre as mesmas. Discutiu-se também o facto de se formar uma aldeia e de criar uma moeda única dentro da mesma.
O último documentário realizado durante este semestre, no dia 29 de maio, foi o “Food Choices” realizado por Michal Siewierski. A temática deste documentário é a análise da dieta da população mundial e explica como as nossas escolhas alimentares podem ter um impacto negativo muito forte na nossa saúde, nas outras espécies e no aquecimento global.
Infelizmente, devido à data do mesmo, este documentário teve uma adesão muito reduzida ainda assim foi possível haver uma troca de ideias final. Grande parte da plateia estava consciencializada para esta problemática, no entanto houve quem considerasse que o documentário ostracizava muito as dietas mais a base de carne. No final, concluiu-se que o mais saudável para os humano, planeta e restantes espécies seria uma dieta equilibrada.
Devido à proximidade do final do semestre e com semanas muito preenchidas com testes optou-se por não se realizar mais nenhum documentário uma vez que a adesão seria previsivelmente reduzida. No entanto o balanço que se faz é bastante positivo uma vez que foi possível criar momentos de debate bastante interessantes com pontos de vista muito diferentes sempre num ambiente saudável. Sentimos que todos os participantes saíram desta atividade mais consciencializados para o impacto que cada individuo pode ter no nosso planeta.


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